ALFREDO LICOR CABRA BOM DE FACÃO NO PIAUÍ ANTIGO 1960

Sudeste do Piauí Gameleirinha interior Dom Inocêncio ocorria um forró a luz de candieiro na casa de Amadeu filho de Vicente. Um samba no sertão nos anos 1960 e pouco era assim: um sanfoneiro um pandeirista um recoreco e estava feito a animação. Uma, ou duas bancas de pinga cachaça, afinal os dançarinos precisam de um gás para tirar o medo timidez.
La pelas tanta da noite Seu Miguel da Prazeirinha tocava sanfona, naquele tempo Miguel era Boiadeiro e só vivia viajando pelo Piauí. Mas o dono da sanfona e sanfoneiro contratado era Alfredo do Licor de Santa Rita do mesmo município de Dom Inocêncio. Os filhos e gernro de Celestino do Angical tinham uma  bronca com Alfredo sanfoneiro e logo após uns gases, pinga na barriga, resolveram brigar com Alfredo licor. Mas se derem mal após furar o fole e a perna de Miguel que tocava começou o fusuê, era só gente correndo e Alfredo cercado, por mais ou menos uns cinco cabras, filhos e gernro de Celestino; Afredo acuado só teve de se defender meteu lietralmente o facão nos cabras cortou o braço de Arandir, deu um corte na cabeça de Fernando furou Serafin e fez José genro de Alfredo do Angical e o caçuça valentiino a correr. Foi uma briga feia, no entanto, Alfredo saiu são e salvo desta medonha briga. Acho que por causa de mulher Fernando e Alfredo brigavam por uma moça de santa Rita. Hoje alguns como o dono da casa e Arandir já morreram.


(Adão Desousalina)

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